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[Resenha] Esta Terra Selvagem - Isabel Moustakas


Depois de presenciar a morte da testemunha ocular de um crime tenebroso, a vida do repórter João nunca mais foi a mesma. A jovem que assistiu à tortura e ao assassinato brutal dos pais, para depois ser abusada de todas as maneiras, deu fim à própria vida diante dele após relatar cada detalhe perturbador do que vivera. A partir deste terrível episódio, o jornalista irá seguir todas as pistas que possam levá-lo a um possível grupo racista que vem cometendo as piores atrocidades contra imigrantes, negros, judeus, nordestinos, gays e quaisquer pessoas que eles considerem impuras. Mas a única pista que ele tem são os cadarços verde e amarelo que eles usam nos coturnos.

Editora/Ano: Companhia das Letras/2016
Categoria: Romance policial / Suspense e Mistério


* Livro cedido pela Companhia das Letras para resenha

Olá pessoal, tudo bem?

Já fazia um bom tempo que eu não li um romance policial. E mais tempo ainda que não lia um tão bom! Esta terra selvagem, de Isabel Moustakas, foi um dos últimos lançamentos da Companhia das Letras, e consegue narrar uma instigante e perturbadora trama de investimento e suspense em apenas 120 páginas!

[Resenha] A Menina Que Brincava Com Fogo - Stieg Larsson


"Não há inocentes. Apenas diferentes graus de responsabilidade", raciocina Lisbeth Salander, protagonista de A menina que brincava com fogo, de Stieg Larsson. O autor - um jornalista sueco especializado em desmascarar organizações de extrema direita em seu país - morreu sem presenciar o sucesso de sua premiada saga policial, que, somente na Europa, já vendeu mais de 6,5 milhões de exemplares. Nada é o que parece ser nas histórias de Larsson. A própria Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo, que sabe atacar com precisão quando se vê acuada. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi morto a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados: um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes - um Colt 45 Magnum - não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça - a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis - e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados. A menina que brincava com fogo segue as regras clássicas dos melhores thrillers, aplicando-as a elementos contemporâneos, como as novas tecnologias e os ícones da cultura pop. O resultado é um romance ao mesmo tempo movimentado e sangrento, intrigante e impossível de ser deixado de lado.

Título original: Flickan som lekte med elden
Série: Millennium # 2
Editora/AnoCompanhia das Letras/2015
CategoriaSuspense e investigação
Skoob

* Livro cedido em parceria pela Editora Companhia das Letras 

[Resenha] Morte na Flip - Paulo Levy


Vai começar a Flip–Festa Literária Internacional de Palmyra, um dos eventos literários mais charmosos do mundo. Na décima edição da festa e com a cidade cheia, o delegado Joaquim Dornelas está dividido entre a alegria e a preocupação. Para ele, quanto mais gente e mais festa, maior a chance de confusão.

E é claro que o inesperado acontece, momentos antes do show de abertura: Dornelas se vê diante de uma cena que põe a si mesmo e a sua equipe, em estado de alerta. Um crime é cometido no início da madrugada. Pressionado pelo chefe e pela imprensa, nesta nova e saborosa aventura, Dornelas se vê envolvido numa complexa rede de fatos e intrigas que procuram desviar o rumo da investigação e confundir a polícia.

Embalado por sua amizade colorida com Dulce Neves, por doses de sua cachaça favorita, por seu empenho como pai à distância e por seu mingau de farinha láctea, o delegado Joaquim Dornelas mais uma vez usa de aguçada intuição e incrível faro policial para desvendar mais um complicado crime.

Editora: Bussola
Gênero: Policial
Ano: 2012
Páginas: 267
Nota: 4/5


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