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[Resenha] Uma bolota molenga e feliz - Sarah Andersen


As incríveis tirinhas de Sarah Andersen são para nós, que não economizamos dinheiro na livraria, vivemos à base de café, deixamos tudo para a última hora, somos especialistas em roubar o blusão alheio, não sabemos nos comportar em situações sociais e insistimos em Pensar Demais. Esta segunda coletânea continua exatamente onde a primeira parou: debaixo de uma pilha de cobertas, evitando as responsabilidades do mundo real. Este volume traz tiras que acompanham os altos e baixos da montanha-russa implacável que é o começo da vida adulta, além de ensaios ilustrados sobre experiências pessoais da autora ligadas a ansiedade, carreira, relacionamentos e amor por gatinhos. Tudo isso com o mesmo tom sincero, leve e divertido que já conquistou mais de 2 milhões de fãs no Facebook.

Título Original: Big Mushy Happy Lump
Categoria: quadrinhos, tirinhas
Editora/Ano: Seguinte/2017

[Resenha] Ninguém Vira Adulto de Verdade - Sarah Andersen


"As tirinhas certeiras de Sarah Andersen, que já contam com mais de 1 milhão de fãs no Facebook, registram lindos fins de semana passados de pernas pro ar na internet, a agonia de andar de mãos dadas com alguém de quem estamos a fim (e se os dedos ficarem suados?!), a longa espera diária para chegar em casa e vestir o pijama, e a eterna dúvida de quando, exatamente, a vida adulta começa.
Em outras palavras, este livro é sobre as estranhezas e peculiaridades de ser um jovem adulto na vida moderna. A sinceridade com que Sarah Andersen lida com temas como autoestima, timidez, relacionamentos e a frequência com que lavamos o sutiã torna impossível não se identificar com esses quadrinhos hilários e carismáticos."

Título original: Adulthood is a Myth
Editora: Seguinte/2016
Páginas: 120
Categoria: Tirinhas, comics, humor

* Livro cedido para resenha pela Companhia das Letras - Editora Seguinte

Olá pessoal, tudo bem?

[Resenha] Holy Cow - David Duchovny


Elsie Bovary é uma vaca muito feliz em sua bovinidade. Até o dia que resolve sair sorrateiramente do pasto e ir a casa do fazendeiro. Lá descobre algo chamado “fazenda industrial” e que a deixa de pernas para o ar com o destino dos animais. A única saída é fugir para um mundo melhor e mais seguro. Assim, um grupo para lá de heterogêneo é formado: Elsie, Shalom, um porco rabugento judaico e Tom, um peru tranquilão que não sabe voar, mas que com o bico consegue usar um iPhone como ninguém. As criaturas carismáticas de David Duchovny indicam o caminho para um entendimento e uma aceitação mútuos dos quais esse planeta tanto precisa.

Titulo original: Holy Cow
Editora/Ano: Record/2015 
Categoria: Humor, Comédia

Hello humanos! 

Hoje vamos COW-nhecer uma das mais fofas e engraçadas vaquinha que se tem notícia na literatura.  
Elsie Bovary é uma jovem vaca com um senso de humor incrível, dotada de uma personalidade forte está sempre disposta e animada com tudo, mas as vezes “viaja” demais nas suas divagações sobre a vida. Como toda adolescente tem uma BFF (melhor amiga), a vaca Melory, e já está naquela idade que começa a sentir algumas coisas pelos touros do outro lado da cerca e juntando a tudo isso ela é muito curiosa. Elsie mora numa fazenda junto com outros animais e tem uma relação amistosa com os humanos que administram a propriedade, ou seja, sua vida era boa e tranquila. 

Um belo dia, quando o filho do fazendeiro deixa a porteira aberta, Elsie dá uma escapadinha até a casa principal e através do “Deus Caixa Luminoso” assiste um documentário em uma fazenda industrial sobre os destino de porcos, aves, peixes e outros animais, e claro, das vacas! E o resultado disso é um grande surto na sua vida! Quem não ficaria né?!


Elsie põe na cabeça que precisa fugir para salvar a sua pele e se mudar pra Índia, onde as vacas são como deusas e não serão assassinadas. Juntando forças com os animais mais improváveis, que também estão em busca de um lugar seguro, como o porco convertido ao judaismo Shalom e o peru Tom, que é ligado nas tecnologias e com um bico muito útil para usar o IPhone, eles formam o trio mais inusitado que já vi em uma missão fugitiva. 

A história é cheia de humor e as divagações da vaquinha são a essência do livro, dando a impressão que o relato é verídico e que Elsie realmente existe e escreveu tudo! Mas, apesar do divertimento, percebemos uma crítica forte sobre a sociedade consumista e a relação dos homens com a natureza, David Duchovny não poupa em explorar o tema e a percepção de Elsie sobre essas relações nos mostra como é importante o tema hoje em dia. 

O autor ao utilizar o estilo narrador-personagem nos faz sentir parte da história, como se fosse uma bate papo com a vaquinha nos contando as aventuras. Os capítulos são curtinhos e o melhor são os títulos, que já te dão uma pista do que podem esperar, a leitura é muito gostosa e rápida, perfeita para descontrair e dar umas risadas. 

Eu realmente gostei muito do humor do livro, Elsie é um amor de vaquinha! A diagramação da Record está linda, com vários desenhos entre as páginas, estampa de vaca na parte interna da capa, fonte confortável para leitura e páginas brancas. 

Espero mesmo que anime de COW-nhecer a vaca maluquinha da Elsie e seu livro fantabuloso e maravilindo, como ela mesmo diz.

Resenha feita por mim e publicada também no blog Livros e Sushi.
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