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[Resenha] Holy Cow - David Duchovny


Elsie Bovary é uma vaca muito feliz em sua bovinidade. Até o dia que resolve sair sorrateiramente do pasto e ir a casa do fazendeiro. Lá descobre algo chamado “fazenda industrial” e que a deixa de pernas para o ar com o destino dos animais. A única saída é fugir para um mundo melhor e mais seguro. Assim, um grupo para lá de heterogêneo é formado: Elsie, Shalom, um porco rabugento judaico e Tom, um peru tranquilão que não sabe voar, mas que com o bico consegue usar um iPhone como ninguém. As criaturas carismáticas de David Duchovny indicam o caminho para um entendimento e uma aceitação mútuos dos quais esse planeta tanto precisa.

Titulo original: Holy Cow
Editora/Ano: Record/2015 
Categoria: Humor, Comédia

Hello humanos! 

Hoje vamos COW-nhecer uma das mais fofas e engraçadas vaquinha que se tem notícia na literatura.  
Elsie Bovary é uma jovem vaca com um senso de humor incrível, dotada de uma personalidade forte está sempre disposta e animada com tudo, mas as vezes “viaja” demais nas suas divagações sobre a vida. Como toda adolescente tem uma BFF (melhor amiga), a vaca Melory, e já está naquela idade que começa a sentir algumas coisas pelos touros do outro lado da cerca e juntando a tudo isso ela é muito curiosa. Elsie mora numa fazenda junto com outros animais e tem uma relação amistosa com os humanos que administram a propriedade, ou seja, sua vida era boa e tranquila. 

Um belo dia, quando o filho do fazendeiro deixa a porteira aberta, Elsie dá uma escapadinha até a casa principal e através do “Deus Caixa Luminoso” assiste um documentário em uma fazenda industrial sobre os destino de porcos, aves, peixes e outros animais, e claro, das vacas! E o resultado disso é um grande surto na sua vida! Quem não ficaria né?!


Elsie põe na cabeça que precisa fugir para salvar a sua pele e se mudar pra Índia, onde as vacas são como deusas e não serão assassinadas. Juntando forças com os animais mais improváveis, que também estão em busca de um lugar seguro, como o porco convertido ao judaismo Shalom e o peru Tom, que é ligado nas tecnologias e com um bico muito útil para usar o IPhone, eles formam o trio mais inusitado que já vi em uma missão fugitiva. 

A história é cheia de humor e as divagações da vaquinha são a essência do livro, dando a impressão que o relato é verídico e que Elsie realmente existe e escreveu tudo! Mas, apesar do divertimento, percebemos uma crítica forte sobre a sociedade consumista e a relação dos homens com a natureza, David Duchovny não poupa em explorar o tema e a percepção de Elsie sobre essas relações nos mostra como é importante o tema hoje em dia. 

O autor ao utilizar o estilo narrador-personagem nos faz sentir parte da história, como se fosse uma bate papo com a vaquinha nos contando as aventuras. Os capítulos são curtinhos e o melhor são os títulos, que já te dão uma pista do que podem esperar, a leitura é muito gostosa e rápida, perfeita para descontrair e dar umas risadas. 

Eu realmente gostei muito do humor do livro, Elsie é um amor de vaquinha! A diagramação da Record está linda, com vários desenhos entre as páginas, estampa de vaca na parte interna da capa, fonte confortável para leitura e páginas brancas. 

Espero mesmo que anime de COW-nhecer a vaca maluquinha da Elsie e seu livro fantabuloso e maravilindo, como ela mesmo diz.

Resenha feita por mim e publicada também no blog Livros e Sushi.

Sr. Daniels - Brittainy C. Cherry


Depois de perder a irmã gêmea para a leucemia, Ashlyn Jennings vê sua vida mudar completamente. Além de ter de aprender a conviver sem parte de si mesma, ela precisa se adaptar a uma nova rotina. Enviada pela mãe para a casa do pai, com quem mal conviveu até então, ela viaja de trem para Edgewood, Wisconsin, carregando poucos pertences, muitas lembranças e uma caixa misteriosa deixada pela irmã.
Na estação de trem Ashlyn conhece o músico Daniel, um rapaz lindo e gentil, e a atração é imediata. Os dois compartilham não só o amor pela música e por William Shakespeare mas também a dor provocada por perdas irreparáveis. Ao sentir-se esperançosa quanto a sua nova vida, Ashlyn começa o ano letivo na escola onde o pai é diretor. E não consegue acreditar quando descobre, no primeiro dia de aula, que Daniel, o belo músico de olhos azuis com quem já está completamente envolvida, é o Sr. Daniels, seu professor de inglês.
Desorientados, eles precisam manter seu amor em segredo, e são forçados a se ver como dois desconhecidos na escola. E, como se isso já não fosse difícil o bastante, eles ainda precisam tentar de todas as formas superar os antigos problemas e sobreviver a novos e inesperados conflitos.

Título original: Loving Mr. Daniels
Editora/Ano: Record/2015
Categoria: New adulto, drama, romance
Nota: 5/5 + Favorito
Skoob


[Resenha] A Submissa e O Dominador – Tara Sue Me

O poderoso empresário Nathaniel West precisa saciar suas fantasias secretas e busca uma mulher com quem realizar seus desejos mais primitivos. Ao saber que ele está à procura de uma nova submissa, Abigail King, movida por um segredo do passado, não hesita em se candidatar, aceitando os termos mais perversos do sedutor Nathaniel e deixando-se levar por um mundo de luxúria e submissão, onde não há limites para o prazer. Mas nenhum dos dois imagina que esse jogo pode despertar sentimentos e sensações incontroláveis.
Editora: Record
Categoria: Romance, literatura erótica
+ 18 anos

A Submissa (The Submissive)
Nota: 4/5
O Dominador (The Dominant)
Nota: 4/5
Sinopse no Skoob

Olá amores!

Hoje tem resenha nova na área, e essa é diferente: é uma Resenha Dupla, dos dois primeiros livros da Trilogia A Submissa, de Tara Sue MeA Submissa e O Dominador.

Conheçam a Trilogia A Submissa, de Tara Sue Me


OBS – Post não válido para o Top Comentarista.


Oi gente, hoje vou apresentar a Trilogia A Submissa, uma série erótica de Tara Sue Me, e amanhã sai uma resenha dupla sobre dois primeiros livros dessa trilogia, e promoção \o/.

Para quem não sabe, a trilogia A Submissa surgiu de uma fanfiction de Crepúsculo e serviu de inspiração para E.L. James escrever 50 Tons de Cinza. Tanto que, aparentemente, Tara estava nos agradecimentos de E.L., em sua fanfiction The Master of Universe, que deu origem ao fenômeno 50 Tons (disse 'aparentemente' porque eu não li a fic The Master of Universe, e não vi esse agradecimento, então não posso afirmar, mas li essa informação em vários sites diferentes). A diferença é que em A Submissa nós REALMENTE temos uma relação BDSM.

Lançamentos Agosto – Grupo Record e Ed. Fundamento



Olá pessoinhas do meu coração, tudo bem?

Hoje vamos conferir os lançamentos de agosto das editoras Galera Record, Record, Verus e Fundamento.

Boletim literário #4

Olá amores!

Seguindo minha tradição de Não conseguir fazer uma postagem de Boletim Literário semanal ou mesmo quinzenal, vamos ver as principais notícias do mundo fictício das últimas semanas, desde o último boletim, :).


Notícias da Editora Butterfly e Petit

Editora Butterfly e Editora Petit fazem superpromoção de dia dos namorados. Confira -> http://migre.me/jipRF

Boletim Literário #2 – 22 a 28 de fevereiro


Olá! Boa tarde nesse sábado de carnaval.

Olha que bonito gente, eu consegui fazer um boletim essa semana também! Pensei que não seria possível :)

Então, vamos conferir as novidades literárias da última semana? Bora lá


'Perdida', de Carina Rissi, vai virar filme

O livro Perdida (Verus Editora), de Carina Rissi, ganhará adaptação cinematográfica, segundo anúncio da Editora Record, nessa tarde. O roteiro já está sendo desenvolvido e a direção será de Luca Amberg ("Heróis da Liberdade" e "Meninos de Kichute").

Agora eu tenho que dar um jeito na vida e ler esse livro logo!

Para quem não conhece, confira a capa e sinopse do livro:


[Li e Recomendo] O Reverso da Medalha, Sidney Sheldon

Kate Blackwell era milionária. E muito esperta. No mundo dos negócios, ninguém era capaz de passá-la para trás, e foi assim que conseguiu manter a solidez do império financeiro que herdou do pai - uma fortuna construída sobre a exploração e o comércio de diamantes na África do Sul. Mas o poder e a riqueza não eram os únicos elementos que faziam parte da história da família: a tragédia também acompanhara a trajetória de quase todos os seus membros, como um legado de maldição. Neste livro, Sidney Sheldon constrói uma saga emocionante, marcada pelo mesmo estilo que já cativou milhões de leitores em todo o mundo.



Título original: Master of the Game
Ano: 1982 EUA
Editora: Record
Nota: 4/5


Sabe aquele tipo de livro que te prende do início ao fim, e que em todas as partes você tem vontade de matar a protagonista? Esse é o reverso da medalha de Sidney Sheldon. O livro narra a saga da família Blackwell por um período de uns quase 100 anos, desde antes dos pais da protagonista se conhecerem, até o aniversário dela (não lembro se de 80 ou 90 anos). Aliás, ele começa nessa festa de aniversário e aí ela vai se lembrar de sua história e a narrativa volta ao passado.

Assim acompanhamos o surgimento desse casal que nada tinha a ver com as famílias de comercial de margarina, e a forma como cresceu e foi criada a jovem Kate, que viria a ser uma das mulheres mais ricas e poderosas do mundo.

É excelente, muito bem narrado e do tipo de livro no qual a personagem principal consegue ganhar de qualquer vilão quando quer, porque Kate Blackwell é o tipo de mulher que faz o quer for para conseguir o que quer, não importa por cima de quem tenha que passar (mesmo que esse seja um parente, rs). Mas mesmo assim é impossível não se cativar pela força e coragem dessa personagem.

Recomendo muito a leitura, vale super a pena.


Beijos
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